Golpe do parente com número novo (“mudei de número”)
A mensagem começa assim: “Oi, mãe, mudei de número, salva esse”. Depois vem uma história de celular perdido ou boleto atrasado, e o pedido de um Pix.
Sinais de alerta
- Número desconhecido dizendo ser filho, filha ou outro parente.
- Pedido de dinheiro com urgência e desculpa para não ligar.
- Depois do primeiro pagamento, vêm novos pedidos.
O que fazer agora
- Não pague. Ligue para o número antigo da pessoa ou para outro parente.
- Peça uma videochamada.
- Combine em família uma palavra-chave para casos de dúvida.
Já fez um pagamento? Responda com sinceridade
- Sabe o que fazer se você já fez o primeiro Pix?
- Sabe como contestar o Pix que você já fez?
- Sabe o que escrever no pedido para o banco entender que foi golpe?
- Sabe quais provas guardar para usar em um processo no futuro?
- Sabe o que fazer se o banco negar ou demorar?
Respondeu “não” a alguma? Então é aqui que o seu pedido pode travar.
Pagou um “parente” falso? Não perca o prazo.
O guia mostra, passo a passo, como pedir ao seu banco a devolução prevista pelo Banco Central, com telas de exemplo e textos prontos. PDF, R$ 29,90.
Quem analisa e decide é o seu banco.
Banco, empresa ou parente de verdade não pedem a sua senha, o token nem o código do SMS. Se pedirem, é golpe.
Conteúdo informativo, sem caráter de aconselhamento jurídico ou financeiro. Não prometemos nem garantimos a devolução de valores: o resultado depende do banco, do saldo na conta de destino e do caso concreto. A Era Golpe não é afiliada ao Banco Central do Brasil, à Polícia Civil nem ao Pix.