A Era Golpe nunca liga nem manda mensagem primeiro. Nunca informe senha ou código a ninguém.

Categoria: Segurança e prevenção

  • Cuidado com quem promete recuperar o seu dinheiro

    Cuidado com quem promete recuperar o seu dinheiro

    Quem acabou de ser enganado costuma estar ansioso, e golpistas sabem disso. Depois do primeiro golpe, desconfie de qualquer contato que ofereça ajuda.

    Sinais de alerta

    • Alguém procura você primeiro, por mensagem, ligação ou rede social, dizendo que “consegue recuperar seu dinheiro”.
    • Pede pagamento antecipado, “taxa de liberação” ou “depósito de garantia”.
    • Diz ser do banco, do Banco Central ou de um “setor de recuperação” e pede senha, código recebido por SMS ou instalação de aplicativo.
    • Manda um link para “acompanhar o processo” ou pede para você acessar um app com ajuda deles.

    O que fazer

    • O pedido de devolução é feito por você, no aplicativo ou no canal oficial do seu banco. Não passa por intermediário que cobre antes.
    • Nunca informe senha, código de confirmação ou dados do cartão a quem ligou ou escreveu.
    • Confirme qualquer contato ligando para o número impresso no seu cartão ou usando o aplicativo oficial.

    Veja também o resumo do que fazer nas primeiras horas depois de um golpe com Pix.

    Conteúdo informativo, sem caráter de aconselhamento jurídico ou financeiro. Não prometemos nem garantimos a devolução de valores: o resultado depende do banco, do saldo na conta de destino e do caso concreto. A Era Golpe não é afiliada ao Banco Central do Brasil, à Polícia Civil nem ao Pix.

  • Coação para ir ao banco: o caso da gerente de Utinga e o que fazer em risco

    Coação para ir ao banco: o caso da gerente de Utinga e o que fazer em risco

    Abril de 2026Coação para ir ao banco

    Notícia de abril de 2026 · Leitura de 4 minutos

    Na segunda-feira, 20 de abril de 2026, em Utinga, na Chapada Diamantina (BA), homens armados invadiram a casa de uma gerente de banco e mantiveram a família refém. O caso ilustra um tipo de crime em que a ordem é: levar alguém até a agência e fazer essa pessoa sacar dinheiro.

    20/4/2026Data da ocorrência, em Utinga (BA).
    7 anosIdade da criança que ficou com o grupo e foi localizada pela Polícia Militar.
    0 presosAté a publicação da reportagem, ninguém havia sido preso.

    O que aconteceu, segundo a reportagem

    Os criminosos dominaram a família, levaram as vítimas até a agência local e tentaram sacar dinheiro. Sem conseguir, fugiram pela BA-142 com os reféns. Parte da família foi liberada no caminho. A criança foi abandonada em uma área de mata e encontrada em buscas da Polícia Militar. A Delegacia Territorial de Utinga investiga o caso.

    Nesse episódio a vítima era a gerente, mas o mesmo roteiro, coagir alguém a ir ao banco, aparece em ocorrências contra clientes comuns.

    O que as polícias orientam

    SituaçãoOrientação
    Em caso de assaltoNão reagir. Depois, acionar a Polícia Militar pelo 190.
    Dentro da agênciaProcurar um funcionário ou segurança. Pedir ajuda só a eles, nunca a estranhos.
    Se perceber alguém observandoAvisar o segurança ou um funcionário do banco.
    SenhaNunca informar a estranhos.
    PrevençãoIr acompanhado, variar horários e trajetos, evitar chamar atenção ao sacar valores altos.

    As orientações acima vêm de dicas de segurança divulgadas por polícias e imprensa. Elas não são um protocolo oficial para coação; a prioridade é a vida.

    Continue no site

    Fontes
    1. Correio: “Gerente de banco é vítima de sequestro relâmpago e tem filho levado por criminosos na Bahia”, 22/4/2026
    2. Polícias Militar e Civil dão dicas de segurança · Governo do Espírito Santo
    3. Dicas para evitar a “saidinha de banco” · Tribuna do Paraná

    As dicas de segurança citadas não tratam especificamente de coação. Em risco imediato, ligue 190. Conteúdo informativo, sem caráter de aconselhamento jurídico ou financeiro. Não prometemos nem garantimos a devolução de valores: o resultado depende do banco, do saldo na conta de destino e do caso concreto.

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