Uma mensagem chega de um número desconhecido: “Oi, mãe, mudei de número”. Em 24 de março de 2026, a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) detalhou uma operação contra um grupo que usava exatamente esse roteiro para pedir Pix a famílias.
Como funcionava
Segundo a reportagem, os suspeitos usavam fotos reais de perfis públicos em redes sociais e entravam em contato por aplicativos de mensagem, se passando por filhos das vítimas. Alegavam uma emergência e pediam transferências por Pix. O grupo atuava de forma organizada, com divisão de tarefas, e a polícia cumpriu dez mandados de busca e apreensão.
A polícia acredita que há mais vítimas do que as identificadas porque muita gente não registra ocorrência. No estudo GASA de 2026, 19% das vítimas no Brasil não formalizaram denúncia, e apenas 20% das que denunciaram recuperaram total ou parcialmente o valor.
O que o estudo GASA mostra sobre denúncia e recuperação
Sinais e o que fazer
| Sinal de alerta | Faça isto |
|---|---|
| Número desconhecido com a foto de um parente | Ligue para o número antigo da pessoa antes de qualquer pagamento. |
| Emergência e pedido de Pix imediato | Peça uma videochamada ou uma pergunta que só a pessoa saberia. |
| Conta de destino em nome de terceiros | Não pague. Avise o parente verdadeiro e bloqueie o número. |
| Família sem combinado de segurança | Combine uma palavra-chave para casos de dúvida. |
Continue no site
- Correio da Manhã: “PCDF detém grupo que aplicava o golpe do Pix”, 24/3/2026
- Estudo “O Estado dos Golpes no Brasil 2026” (GASA), divulgado em 6/8/2026 · Eshoje
Os presos são suspeitos e só serão considerados culpados se houver condenação na Justiça. Conteúdo informativo, sem caráter de aconselhamento jurídico ou financeiro. Não prometemos nem garantimos a devolução de valores: o resultado depende do banco, do saldo na conta de destino e do caso concreto.

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